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INDICAÇÕES

Fosfato de zinco: Metálo – cerâmica, in – ceran e Zircônia

Iônomero de vidro: Metálo – cerâmica, in – ceran e Zircônia

Cimento resinoso: Metálo – cerâmica, in – ceran , Zircônia e cerômero,
e-max(dissilicato de lítio) e cerâmica pura (laminados, lentes de contato, inlay, onlay).

 

Observações:
O fosfato de zinco é um excelente cimento, que por ser muito opaco é indicado para remanescentes escurecidos e sobre implantes.

O ionômero tem a mesma indicação do fosfato, porém tem a vantagem de não ser absorvido pela saliva, e por ser mais translúcido pode ser utilizado em casos mais estéticos.

Cimentos Resinosos
   < EM SMART FONES,  DESLIZAR  TABELA>  Os cimentos resinosos podem ser classificados em relação ao condicionamento ácido.

Os cimentos de condicionamento ácido total requerem o condicionamento prévio, seguido pela aplicação do adesivo, e então o cimento; apesar de necessitarem de mais passos clínicos, apresentam maiores valores de adesão ao substrato dentário e previsibilidade em longo prazo.

Para os cimentos autocondicionantes, é utilizado um primer autocondicionante previamente à aplicação do cimento; a redução do passo clínico facilita o uso e traz menor sensibilidade técnica, ainda com bons resultados de adesão. Já os cimentos autoadesivos apresentam todos os componentes em um frasco só; o ácido fosfórico, incluído na resina , reage com as partículas da matriz na presença de água criando a união com o substrato não tratado. Resumindo a um sistema de passo clínico único.

Além disso, os cimentos resinosos podem ser fotoativados, quimicamente ativados ou duais(cura química e por fotoativação). Os cimentos fotoativados apresentam como vantagem o maio tempo de trabalho e a estabilidade de cor. Os quimicamente ativados podem ser indicados para áreas de difícil acesso para a fonte de luz. Já os cimentos duais são indicados pela facilidade de uso associado à resistência de união e qualidade estética.

Entre os clínicos paira a dúvida sobre a necessidade do uso do adesivo na superfície cerâmica após a silanização da mesma. Alguns fabricantes sugerem a aplicação de adesivo por sua alta fluidez, como forma de aumentar a molhabilidade de materiais resinosos à base de bis-GMA3.Em um estudo laboratorial não foi observada vantagem no uso do adesivo na superfície cerâmica e esta apresentou valores ainda menores de resistência de união ao cimento resinoso, quando foi simulado um envelhecimento. Clinicamente, isto poderia ser traduzido em degradação da união e/ou descoloração das margens da restauração.

Fonte Prótese News
Vol.1 N°3-out/2014